Envie seu documento
Mande pelo WhatsApp uma foto do auto de infração ambiental, da notificação, do termo de embargo ou da citação.
Defesa contra autos de infração ambiental da ADEMA, do IBAMA e da SEMA por fauna silvestre, agrotóxicos e produtos perigosos, pesca, desmatamento detectado por satélite, manguezal e resíduos sólidos em Aracaju, Nossa Senhora do Socorro, São Cristóvão, Barra dos Coqueiros e região. O Farenzena Tonon Advogados atua exclusivamente em Direito Ambiental e Agronegócio, com advogado ambiental na defesa de empresas, produtores rurais, pescadores e proprietários de imóveis.
Estas são as situações mais comuns entre empresas, produtores rurais, pescadores e proprietários de imóveis autuados em Aracaju e na região. Clique na que se parece com a sua.
A Administração Estadual do Meio Ambiente licencia e fiscaliza em Sergipe, usa monitoramento remoto para autuar desmatamento e aplica multas altas também a empresas urbanas, como a de quase R$ 1,5 milhão à responsável pela coleta de lixo de Aracaju em 2025. O prazo de defesa consta do próprio auto de infração ambiental. A defesa discute a competência do órgão, o enquadramento da infração e a dosimetria da multa.
Fauna silvestre domina a fiscalização da região: 49 dos 124 autos de infração ambiental do IBAMA no último ano, 40% do total e 3,23 vezes a média nacional, quase todos pelo artigo 24 do Decreto 6.514/2008, com concentração em Japaratuba, Aracaju e Barra dos Coqueiros. O Batalhão Ambiental costuma abrir termo circunstanciado junto com a autuação, o que leva o mesmo fato para a esfera criminal. Dependendo da espécie e da origem, é possível regularizar a guarda pelo SISPASS.
O artigo 64 do Decreto 6.514/2008 soma 15 autos de infração ambiental na região, 12% do total e 3,22 vezes a média nacional, concentrados em uma única operação em Malhada dos Bois. Atinge produtores, revendas, transportadoras e depósitos por uso, armazenamento, transporte ou destinação irregular de agrotóxico e de embalagem. A defesa discute a classificação do produto, o receituário agronômico, as condições efetivas de guarda e a divisão de responsabilidade na cadeia.
Pesca soma 17 autos de infração ambiental na região, 1,67 vez a média nacional e 1,68 vez a média estadual, quase todos pelo artigo 35 do Decreto 6.514/2008, com maior concentração em Itaporanga d’Ajuda e Pacatuba. A defesa analisa o período e a área de defeso, a caracterização do petrecho, a titularidade da embarcação e o pedido de restituição dos bens apreendidos, presentes em 36% das autuações da região.
Na 8ª edição da Operação Mata Atlântica em Pé em Sergipe, iniciada em outubro de 2025, a ADEMA autuou 34 imóveis a partir de 118 alvos e 344 hectares desmatados em 13 municípios, com alertas do MapBiomas, incluindo 7 alertas em Arauá, 6 autuações em Estância e 76,85 hectares em São Cristóvão. Na autuação remota, a defesa discute a data do corte, a sobreposição das imagens, a delimitação do polígono e a titularidade da área.
A SEMA de Aracaju fiscaliza empreendimentos e terrenos particulares na capital e realizou fiscalização no manguezal da Coroa do Meio, área de preservação permanente sujeita a aterro, descarte de resíduos e ocupação irregular. A defesa discute a delimitação técnica da APP, a consolidação da ocupação, a existência de licença municipal e a possibilidade de regularização com plano de recuperação antes da demolição.
A ADEMA aplica multas relevantes a empresas urbanas por resíduos e efluentes, como a de quase R$ 1,5 milhão à responsável pela coleta de lixo de Aracaju em abril de 2025. A mediana das multas da região é de R$ 10.500 por auto de infração ambiental, a mais alta entre as capitais do Nordeste, o que mostra que a autuação local não é de pequeno valor. A defesa discute a caracterização do dano, o nexo causal e a dosimetria.
O embargo aparece em 11% dos autos de infração ambiental da região, e há 4 autuações pelo artigo 79 do Decreto 6.514/2008, descumprimento de embargo, e outras 4 pelo artigo 80, descumprimento de notificação ou exigência. São infrações autônomas: continuar a usar a área embargada ou perder prazo de condicionante gera multa nova. O desembargo depende de comprovar a regularização ou o erro na delimitação da área.
Tenho uma empresa de transportes, e após um acidente com produtos químicos envolvendo um dos caminhões, enfrentamos uma avalanche de processos ambientais. Chegamos até o Escritório do Dr. Cláudio através de pesquisas no Google e ele nos deu todo o suporte jurídico que precisávamos para reduzir ao máximo os prejuízos financeiros, e garantiu a continuidade da operação. Foram fundamentais.
M. R.
Empresário de transportes
Contratei o escritório para fazer toda minha defesa administrativa contra um auto de infração ambiental que foi aplicado contra mim, e no final ele foi arquivado. Atendimento ágil e objetivo. Vale cada centavo.
B. G.
Agricultor
Recebi um auto de infração e embargo que parava toda minha operação. Não podia nem vender a produção. O Farenzena Tonon Advogados foi decisivo para anular tudo. Voltamos a produzir normalmente em poucos meses.
L. A.
Agricultor
Em Sergipe, a ADEMA licencia, autua por monitoramento remoto na Operação Mata Atlântica em Pé e aplica multas milionárias também a empresas urbanas, a SEMA fiscaliza terrenos e manguezais em Aracaju e o IBAMA registrou 124 autos de infração ambiental e R$ 18,8 milhões em multas na região no último ano, com fauna silvestre em 40% dos casos. Cada serviço abaixo corresponde a uma dessas frentes. Como advogado ambiental em Aracaju, o Farenzena Tonon Advogados atua na defesa administrativa, na regularização e na discussão judicial do auto de infração ambiental.
Em Aracaju e em Sergipe, quem atende o seu caso é um advogado ambiental sócio do escritório, e não um estagiário ou um preposto. O atendimento é on-line, por WhatsApp e videoconferência, com acompanhamento direto do processo na ADEMA, no IBAMA, na SEMA e na Justiça sergipana.

OAB/SC 49.222 e OAB/MT 35.260/A
Especialista em Direito Ambiental e do Agronegócio pela Universidade Federal do Paraná, professor de Direito Ambiental e vice-presidente do Instituto de Direito Agroambiental (IDAM). Advoga desde 2017 na defesa de empresas e produtores rurais. Em Aracaju e em Sergipe, conduz defesas em autos de infração ambiental da ADEMA e do IBAMA e pedidos de desembargo de área.

OAB/SC 51.422 e OAB/SP 437.734
Mestre em Direito pela UFSC, especialista em Direito Ambiental e em Direito Administrativo Sancionador e presidente do Instituto de Direito Agroambiental (IDAM). Atua em Aracaju e em Sergipe na defesa administrativa e judicial em autos de infração ambiental, multas e embargos, com foco em Mata Atlântica, fauna e agrotóxicos.
AracajuNossa Senhora do SocorroSão CristóvãoBarra dos CoqueirosLaranjeirasRiachueloItaporanga d’AjudaEstânciaJaparatubaPirambuCapelaPropriáMalhada dos BoisNossa Senhora das DoresItabaianinhaIlha das Flores+ todas as cidades de Sergipe
O escritório atende clientes de qualquer município de Sergipe, com atendimento on-line por WhatsApp e videoconferência.
Do primeiro contato à estratégia de defesa, em 3 etapas.
Mande pelo WhatsApp uma foto do auto de infração ambiental, da notificação, do termo de embargo ou da citação.
Verificamos o prazo, o órgão que autuou, o risco envolvido e os caminhos de defesa possíveis.
Você recebe a orientação sobre o que fazer e a proposta de honorários para conduzirmos a defesa.
Mande a foto do documento que você recebeu e fale direto com a equipe do escritório.
Saber qual órgão aplicou o auto de infração ambiental define o prazo, a instância de recurso e a estratégia de defesa. Em Aracaju, a ADEMA responde pela fiscalização estadual, o IBAMA concentra fauna, pesca e agrotóxicos e a SEMA cuida dos terrenos e manguezais da capital.
O Farenzena Tonon Advogados atua como advogado ambiental em Aracaju na defesa de empresas, produtores rurais, pescadores e proprietários de imóveis autuados por órgãos ambientais. A atuação cobre as esferas administrativa, criminal e cível, com defesa em auto de infração ambiental, recurso administrativo, pedido de desembargo, defesa em ação civil pública, ação demolitória e execução fiscal de multa ambiental.
A fiscalização da região tem um foco bem definido. Dos 124 autos de infração ambiental do IBAMA registrados no último ano, 49 são de fauna silvestre, 40% do total e 3,23 vezes a média nacional, a maior concentração proporcional entre as capitais do Nordeste. Depois vêm pesca, com 17, agrotóxicos e produtos perigosos, com 15, e desmatamento, com 12. As multas somam R$ 18,8 milhões, com mediana de R$ 10.500 por auto de infração ambiental, o valor mediano mais alto da região Nordeste.
Essa mediana alta é o dado que mais impacta quem é autuado em Sergipe. Não é um estado de muitas autuações, é um estado de autuações caras. A multa de quase R$ 1,5 milhão aplicada pela ADEMA em abril de 2025 à empresa responsável pela coleta de lixo de Aracaju é o exemplo mais visível, mas o padrão se repete em escala menor: poucos autos de infração ambiental, valores individuais elevados e pouco espaço para tratar o caso como questão de rotina.
Agrotóxicos e produtos perigosos são o segundo destaque estatístico. São 15 autuações pelo artigo 64 do Decreto 6.514/2008, 3,22 vezes a média nacional, todas concentradas em Malhada dos Bois, no baixo São Francisco, em uma única operação. Isso mostra como funciona a fiscalização de produto perigoso no estado: ela chega em bloco, atinge vários autuados da mesma cadeia ao mesmo tempo e exige defesa que separe a responsabilidade do produtor, da revenda, do transportador e do depósito.
No campo, a autuação de desmatamento é remota. Na 8ª edição da Operação Mata Atlântica em Pé, iniciada em outubro de 2025, a ADEMA autuou 34 imóveis a partir de 118 alvos e 344 hectares identificados em 13 municípios, com alertas do MapBiomas, sendo 7 alertas em Arauá, 6 autuações em Estância e 76,85 hectares em São Cristóvão. A defesa nesses casos discute a data do corte apontada pela imagem, a sobreposição das séries históricas, a delimitação do polígono e quem detinha a posse da área na época do evento.
Na capital, a fiscalização é municipal e se concentra em terreno e manguezal. A SEMA fiscaliza empreendimentos e terrenos particulares e atuou no manguezal da Coroa do Meio, área de preservação permanente sujeita a aterro, descarte de resíduos e ocupação irregular. Para quem tem imóvel ou obra nessas áreas, a defesa precisa começar pela delimitação técnica da APP e pela situação da licença municipal, porque o pedido seguinte do poder público costuma ser a recuperação da área, e não apenas a multa.
Depende do órgão. No IBAMA, o prazo é de 20 dias contados da ciência do auto de infração ambiental, conforme o Decreto 6.514/2008. Na ADEMA e na SEMA, o prazo consta do próprio auto de infração ambiental e da notificação, e deve ser conferido no documento recebido, porque perder o prazo leva ao julgamento sem defesa.
A região tem poucas autuações e valores individuais elevados: a mediana é de R$ 10.500 por auto de infração ambiental, a mais alta entre as capitais do Nordeste, e o total chega a R$ 18,8 milhões com apenas 124 autos de infração ambiental. Por isso a discussão da dosimetria, das circunstâncias atenuantes e da capacidade econômica do autuado costuma ter peso decisivo na defesa.
Sim, e é a autuação mais comum da região: 49 dos 124 autos de infração ambiental são de fauna silvestre, 40% do total e 3,23 vezes a média nacional, quase todos pelo artigo 24 do Decreto 6.514/2008, com apreensão dos animais. O Batalhão Ambiental abre termo circunstanciado, o que leva o caso também para a esfera criminal. Dependendo da espécie e da origem, é possível regularizar a guarda pelo SISPASS.
O artigo 64 do Decreto 6.514/2008 soma 15 autuações na região, 3,22 vezes a média nacional. A defesa discute a classificação do produto, o receituário agronômico, as condições efetivas de armazenamento e transporte, a destinação das embalagens e a divisão de responsabilidade entre produtor, revenda, transportadora e depósito, já que a fiscalização costuma autuar toda a cadeia de uma vez.
O alerta é indício e precisa ser confirmado. Na autuação remota, a defesa discute a data do corte apontada pela imagem, a resolução e a sobreposição das séries históricas, a delimitação do polígono, a existência de autorização de supressão e quem detinha a posse da área na época. Na 8ª edição da Operação Mata Atlântica em Pé, a ADEMA autuou 34 imóveis a partir de 118 alvos e 344 hectares.
Depende da situação. A SEMA fiscaliza terrenos e empreendimentos na capital e atuou no manguezal da Coroa do Meio. A análise começa pela delimitação técnica da área de preservação permanente, pela data e pelo grau de consolidação da ocupação e pela existência de licença municipal, e a regularização normalmente exige plano de recuperação de parte da área.
A caracterização do resíduo, o responsável efetivo pela destinação, o contrato com o transportador e o receptor, o nexo entre a conduta e o dano apontado e a dosimetria. A ADEMA aplica multas de alto valor nesse tema, como a de quase R$ 1,5 milhão à empresa de coleta de lixo de Aracaju em abril de 2025.
Gera novo auto de infração ambiental pelo artigo 79 do Decreto 6.514/2008, autônomo em relação ao primeiro, e reforça o processo criminal. Na região há 4 autuações por descumprimento de embargo e outras 4 pelo artigo 80, descumprimento de notificação ou exigência do órgão. O caminho correto é pedir o desembargo, comprovando a regularização ou o erro na delimitação.
O período e a área de defeso, a caracterização do petrecho, a titularidade da embarcação, a quantidade e a espécie do pescado e a destinação dos bens apreendidos. Pesca soma 17 autos de infração ambiental na região, 1,67 vez a média nacional, e a apreensão aparece em 36% das autuações, o que torna o pedido de restituição parte central da defesa.
O atendimento é on-line, por WhatsApp e videoconferência, com acompanhamento direto do processo na ADEMA, no IBAMA, na SEMA e na Justiça sergipana. Quando o caso exige audiência, perícia ou vistoria presencial em Aracaju ou em outro município de Sergipe, os advogados se deslocam.