Advogado ambiental em Campo Grande, MS

Defesa contra autos de infração ambiental do IMASUL, da Polícia Militar Ambiental e do IBAMA, multas por incêndio no Pantanal, pesca, desmatamento em APP, agrotóxicos e madeira sem documento em Campo Grande, Sidrolândia, Três Lagoas e região. O Farenzena Tonon Advogados atua exclusivamente em Direito Ambiental e Agronegócio, com advogado ambiental na defesa de produtores rurais, empresas e proprietários de imóveis.

Atuação exclusiva em Direito Ambiental desde 2017
Conversão de multa ambiental pelo PECOMA
Atendimento em todo o estado de Mato Grosso do Sul

Qual é o seu caso?

Estas são as situações mais comuns entre produtores rurais, pescadores, transportadoras e empresas autuados em Campo Grande e na região. Clique na que se parece com a sua.

Em Mato Grosso do Sul, o IMASUL julga os autos de infração ambiental aplicados pela fiscalização estadual e pela Polícia Militar Ambiental, que sozinha registrou 445 autos de infração ambiental em 2025. O prazo de defesa consta do próprio auto de infração ambiental, e é nele que se discutem a competência do agente, a descrição do fato, a prova do dano e a dosimetria da multa, além de já se pedir a conversão em serviços ambientais.

Defesa em auto de infração ambiental ›

O Decreto Estadual 15.156, de 11 de fevereiro de 2019, criou o PECOMA, o Programa Estadual de Conversão de Multas Ambientais do IMASUL. A conversão reduz o valor de 35% a 60% e permite pagamento em até 24 parcelas, com aplicação em recuperação de área degradada, restauração de rios, proteção de fauna e flora e educação ambiental. A conversão não substitui a reparação do dano que originou a multa.

Defesa em processo administrativo e judicial ›

O IMASUL e a Polícia Militar Ambiental já aplicaram R$ 53,8 milhões em 94 autos de infração ambiental por incêndio no Pantanal desde 2020. Cada auto de infração ambiental costuma abranger milhares de hectares, o que torna a discussão da área atingida e da origem do fogo o ponto central. A defesa trata da propagação a partir de área vizinha, da existência de aceiro, da brigada e da autorização de queima controlada.

Defesa em auto de infração ambiental por queimada ›

A pesca é o foco principal da Polícia Militar Ambiental de Mato Grosso do Sul. Em 2025 foram 620 barreiras, 488 embarcações fiscalizadas, 31.310 kg de pescado vistoriados e 1.528,6 kg apreendidos. A defesa trata da regularidade do petrecho, da quantidade e da espécie, da condição de pescador amador ou profissional e do pedido de liberação de barco, motor e equipamentos.

Defesa em auto de infração ambiental por pesca ›

O desmatamento em área de preservação permanente no Pantanal gera autuação estadual e federal, e uma única empresa agropecuária foi multada em R$ 105 mil por desmatamento na região. A defesa discute a data da supressão, a delimitação da APP, a existência de autorização, a área de reserva legal declarada no CAR e a possibilidade de converter a multa em recuperação.

Defesa em processo de desmatamento ›

Produtos perigosos e agrotóxicos respondem por 18% dos autos de infração ambiental do IBAMA na região de Campo Grande, frequência 4,9 vezes maior que a média nacional, com base no artigo 64 do Decreto 6.514/2008. A defesa trata da regularidade do transporte e do armazenamento, da receita agronômica, do destino das embalagens e da responsabilidade entre embarcador, transportador e destinatário.

Defesa em processo de produtos perigosos ›

Fauna silvestre aparece na região com frequência 1,81 vez maior que a média do estado, e a autuação costuma vir acompanhada de termo circunstanciado da Polícia Militar Ambiental. A defesa trata da guarda do animal, da destinação, da origem comprovada e da resposta na esfera criminal.

Regularização de guarda de animal silvestre ›

Quando a multa não é paga nem discutida no prazo, o valor vai para a dívida ativa e vira execução fiscal, com penhora de conta, bloqueio de bens e inscrição em cadastro de inadimplentes. Depois da inscrição em dívida ativa a conversão da multa fica inviabilizada, e resta discutir a nulidade do auto de infração ambiental, a prescrição e o valor cobrado.

Defesa em execução fiscal ›

O que dizem nossos clientes

Operação de transporte preservada

Tenho uma empresa de transportes, e após um acidente com produtos químicos envolvendo um dos caminhões, enfrentamos uma avalanche de processos ambientais. Chegamos até o Escritório do Dr. Cláudio através de pesquisas no Google e ele nos deu todo o suporte jurídico que precisávamos para reduzir ao máximo os prejuízos financeiros, e garantiu a continuidade da operação. Foram fundamentais.

M. R.
Empresário de transportes

Auto de infração ambiental arquivado

Contratei o escritório para fazer toda minha defesa administrativa contra um auto de infração ambiental que foi aplicado contra mim, e no final ele foi arquivado. Atendimento ágil e objetivo. Vale cada centavo.

B. G.
Agricultor

Defesa em ação por desmatamento

Recebi uma ação pesada por desmatamento. O Farenzena Tonon Advogados foi rápido na minha defesa. A equipe construiu uma estratégia de defesa boa e transparente, com resultado muito acima do esperado.

R. H. S.
Agricultor

Serviços de advocacia ambiental em Campo Grande e região

Em Mato Grosso do Sul, quem fiscaliza em campo é a Polícia Militar Ambiental, com 445 autos de infração ambiental em 2025, e quem julga e converte a multa é o IMASUL. O IBAMA aparece em temas específicos, como agrotóxicos, madeira e fauna. Cada serviço abaixo corresponde a uma dessas frentes. Como advogado ambiental em Campo Grande, o Farenzena Tonon Advogados atua na defesa administrativa, na conversão da multa pelo PECOMA e na discussão judicial do auto de infração ambiental.

Defesa em auto de infração ambiental do IMASUL e do IBAMA

Defesa administrativa, alegações finais e recurso contra autos de infração ambiental aplicados em Campo Grande e em todo o estado de Mato Grosso do Sul.

Conversão de multa ambiental pelo PECOMA

Pedido de conversão pelo Decreto Estadual 15.156/2019, com redução de 35% a 60% do valor e pagamento em até 24 parcelas, mediante projeto de serviço ambiental.

Incêndio no Pantanal e uso de fogo

Defesa em autos de infração ambiental por incêndio, com discussão da área atingida, da origem do fogo, dos aceiros e da autorização de queima controlada.

Pesca, piracema e apreensão de embarcação

Defesa em auto de infração ambiental por pesca proibida ou petrecho irregular e pedido de liberação de barco, motor, equipamentos e pescado.

Desmatamento e APP no Pantanal e no Cerrado

Defesa em autuações por supressão de vegetação nativa e intervenção em área de preservação permanente, com discussão da autorização e do CAR.

Agrotóxicos e produtos perigosos

Defesa em autos de infração ambiental do artigo 64 do Decreto 6.514/2008, tema com frequência 4,9 vezes maior que a média nacional na região de Campo Grande.

Madeira, DOF e manejo florestal

Defesa em autos de infração ambiental por transporte de madeira e carvão sem documento, tema que na região aparece 2,82 vezes acima da média estadual.

Fauna silvestre e guarda de animal

Defesa em autuações por captura, cativeiro e comércio de fauna silvestre e regularização da guarda do animal, inclusive no desdobramento criminal.

Quem vai atender você em Campo Grande

Em Campo Grande e em Mato Grosso do Sul, quem atende o seu caso é um advogado ambiental sócio do escritório, e não um estagiário ou um preposto. O atendimento é on-line, por WhatsApp e videoconferência, com acompanhamento direto do processo no IMASUL, no IBAMA e na Justiça sul-mato-grossense.

Cláudio Farenzena

OAB/SC 49.222 e OAB/MT 35.260/A

Especialista em Direito Ambiental e do Agronegócio pela Universidade Federal do Paraná, professor de Direito Ambiental e vice-presidente do Instituto de Direito Agroambiental (IDAM). Advoga desde 2017 na defesa de empresas e produtores rurais. Em Campo Grande e em Mato Grosso do Sul, conduz defesas em autos de infração ambiental do IMASUL e do IBAMA e pedidos de conversão de multa.

Nelson Tonon Neto

OAB/SC 51.422 e OAB/SP 437.734

Mestre em Direito pela UFSC, especialista em Direito Ambiental e em Direito Administrativo Sancionador e presidente do Instituto de Direito Agroambiental (IDAM). Atua em Campo Grande e em Mato Grosso do Sul na defesa administrativa e judicial em autos de infração ambiental, multas e embargos, com foco em Pantanal, APP e uso de fogo.

Atendemos Campo Grande e todo o estado de Mato Grosso do Sul

Campo GrandeSidrolândiaTerenosNova Alvorada do SulRibas do Rio PardoRio Verde de Mato GrossoSão Gabriel do OesteCoximAquidauanaMirandaCorumbáBonitoTrês LagoasParanaíbaChapadão do SulDourados+ todas as cidades de Mato Grosso do Sul

O escritório atende clientes de qualquer município de Mato Grosso do Sul, com atendimento on-line por WhatsApp e videoconferência.

Como funciona o atendimento

Do primeiro contato à estratégia de defesa, em 3 etapas.

Etapa 1 de 3

Envie seu documento

Mande pelo WhatsApp uma foto do auto de infração ambiental, da notificação, do termo de embargo ou da citação.

Etapa 2 de 3

Análise do seu caso

Verificamos o prazo, o órgão que autuou, o risco envolvido e os caminhos de defesa possíveis.

Etapa 3 de 3

Proposta e estratégia

Você recebe a orientação sobre o que fazer e a proposta de honorários para conduzirmos a defesa.

Próximo passo

Comece agora pelo WhatsApp

Mande a foto do documento que você recebeu e fale direto com a equipe do escritório.

Quem aplica auto de infração ambiental em Campo Grande

Saber qual órgão aplicou o auto de infração ambiental define o prazo, a instância de recurso e a estratégia de defesa. Em Mato Grosso do Sul, a maior parte das autuações nasce em campo, com a Polícia Militar Ambiental, e é julgada pelo IMASUL.

IMASUL

Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul. Julga os autos de infração ambiental estaduais e opera o PECOMA, o programa de conversão de multa criado pelo Decreto 15.156/2019, com redução de 35% a 60% e pagamento em até 24 parcelas.

Polícia Militar Ambiental

Registrou 445 autos de infração ambiental em 2025, atendeu 721 denúncias, montou 620 barreiras e fiscalizou 488 embarcações, com 31.310 kg de pescado vistoriados e 1.528,6 kg apreendidos. A pesca é o seu foco principal, ao lado de fauna e uso de fogo.

IBAMA

Registrou 49 autos de infração ambiental na região de Campo Grande nos últimos 12 meses, concentrados em Cadastro Técnico Federal e RAPP, produtos perigosos e agrotóxicos, madeira e fauna silvestre.

SEMADESC

Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação. Define a política ambiental estadual e responde pelas regras de conversão de multa e de regularização aplicadas pelo IMASUL.

ICMBio

Fiscaliza as unidades de conservação federais do estado, como o Parque Nacional da Serra da Bodoquena, além das zonas de amortecimento no entorno.

Ministério Público

O MPMS e o MPF propõem ações civis públicas de reparação de dano ambiental e ações penais, muitas vezes a partir do mesmo auto de infração ambiental já em discussão na esfera administrativa.

Advogado ambiental em Campo Grande: defesa no IMASUL, incêndio no Pantanal e conversão de multa

O Farenzena Tonon Advogados atua como advogado ambiental em Campo Grande na defesa de produtores rurais, pescadores, transportadoras e empresas autuados por órgãos ambientais. A atuação cobre as esferas administrativa, criminal e cível, com defesa em auto de infração ambiental, pedido de conversão de multa, recurso administrativo, defesa em ação civil pública e execução fiscal de multa ambiental.

Em Mato Grosso do Sul a fiscalização tem uma característica própria: boa parte dos autos de infração ambiental nasce em campo, com a Polícia Militar Ambiental, e não em gabinete. Em 2025 foram 445 autos de infração ambiental, 721 denúncias atendidas, 620 barreiras montadas e 488 embarcações fiscalizadas, com 31.310 kg de pescado vistoriados e 1.528,6 kg apreendidos. Isso muda a defesa, porque o processo costuma começar com termo circunstanciado, apreensão de bem e depoimento colhido no local.

O incêndio no Pantanal é o tema de maior valor. O IMASUL e a Polícia Militar Ambiental já aplicaram R$ 53,8 milhões em 94 autos de infração ambiental por incêndio desde 2020, e cada auto de infração ambiental pode abranger milhares de hectares. Nesses casos, a discussão técnica sobre a área efetivamente atingida, a origem do fogo, a propagação a partir de imóvel vizinho e as medidas de prevenção adotadas define a diferença entre uma multa de dezenas de milhares e outra de milhões de reais.

Mato Grosso do Sul tem, desde 2019, um dos programas de conversão de multa mais antigos do país. O Decreto Estadual 15.156, de 11 de fevereiro de 2019, criou o PECOMA, o Programa Estadual de Conversão de Multas Ambientais do IMASUL, que reduz o valor de 35% a 60% e permite pagamento em até 24 parcelas, com aplicação em recuperação de área degradada, restauração de rios e córregos, proteção de fauna e flora, monitoramento da qualidade ambiental e educação ambiental. A conversão não dispensa a reparação do dano que originou a multa, e é por isso que o pedido precisa ser desenhado junto com a defesa, e não no lugar dela.

No IBAMA o volume regional é menor, com 49 autos de infração ambiental nos últimos 12 meses, mas concentrado em temas de alto risco para empresas: produtos perigosos e agrotóxicos, com frequência 4,9 vezes maior que a média nacional, madeira e carvão sem documento, 2,82 vezes acima da média estadual, fauna silvestre, 1,81 vez acima, e informação falsa ou omissa em sistemas como CAR, Sinaflor e DOF, 1,92 vez acima.

Em todos esses casos, a defesa depende de prova técnica: imagem de satélite com data certa, laudo de campo, matrícula do imóvel, CAR, licença, receita agronômica e documentação de transporte. O atendimento em Campo Grande e em todo o estado de Mato Grosso do Sul é on-line, por WhatsApp e videoconferência, com acompanhamento direto por advogado ambiental sócio do escritório.

Perguntas frequentes sobre advocacia ambiental em Campo Grande

O Decreto Estadual 15.156, de 11 de fevereiro de 2019, criou o PECOMA, programa de conversão de multas do IMASUL. A multa é reduzida de 35% a 60% e pode ser paga em até 24 parcelas, com aplicação em projetos como recuperação de área degradada, restauração de rios, proteção de fauna e flora e educação ambiental.

Não. A redução incide sobre o valor da multa, mas a obrigação de reparar o dano que originou a autuação continua. Por isso o pedido de conversão precisa ser apresentado junto com a defesa, para que a discussão do mérito e o desenho do projeto caminhem juntos.

A multa por incêndio é calculada pela área atingida, o que explica valores muito altos: são R$ 53,8 milhões em 94 autos de infração ambiental aplicados desde 2020 pelo IMASUL e pela Polícia Militar Ambiental. A defesa discute a delimitação da área, a origem do fogo, a propagação a partir de imóvel vizinho e as medidas de prevenção adotadas, como aceiros e brigada.

Sim, é possível pedir a liberação de barco, motor e equipamentos apreendidos, em regra por depositário fiel, enquanto o processo tramita. A defesa trata da regularidade do petrecho, da quantidade e da espécie, da condição de pescador amador ou profissional e do auto de infração ambiental que embasou a apreensão.

Varia com a área e o enquadramento. Um caso de desmatamento em área de preservação permanente no Pantanal gerou multa de R$ 12,1 mil, e outro, contra empresa agropecuária, chegou a R$ 105 mil. A defesa discute a delimitação da APP, a data da supressão, a autorização e a área declarada no CAR.

Esse tema aparece na região de Campo Grande com frequência 4,9 vezes maior que a média nacional, pelo artigo 64 do Decreto 6.514/2008. A defesa trata da regularidade do transporte e do armazenamento, da receita agronômica, do destino das embalagens e da divisão de responsabilidade entre embarcador, transportador e destinatário.

Não. O auto de infração ambiental é administrativo e discute multa, embargo e apreensão. O termo circunstanciado abre a esfera criminal. A mesma fiscalização da Polícia Militar Ambiental costuma gerar os dois, e a defesa precisa ser coordenada, porque o que se afirma em um processo repercute no outro.

Sim. Esse tema aparece na região de Campo Grande com frequência 1,92 vez maior que a média estadual, pelo artigo 82 do Decreto 6.514/2008. A defesa discute quem prestou a informação, a diferença entre erro material e declaração falsa, a ausência de dolo e a possibilidade de retificar o cadastro.

Sim. Sem defesa ou sem pagamento, o valor é inscrito em dívida ativa e cobrado por execução fiscal, com penhora de conta e bloqueio de bens. Depois da inscrição a conversão pelo PECOMA fica inviabilizada, e resta discutir a nulidade do auto de infração ambiental, a prescrição e o valor cobrado.

Sim. O atendimento é on-line, por WhatsApp e videoconferência, e alcança Campo Grande, Sidrolândia, Terenos, Três Lagoas, Corumbá, Aquidauana, Miranda, Coxim, Dourados, Bonito e qualquer outro município de Mato Grosso do Sul. Processos administrativos e judiciais são acompanhados eletronicamente, com atuação de advogado ambiental sócio do escritório.

Claudio Farenzena, melhor advogado ambiental do Brasil

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