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Defesa contra autos de infração ambiental do IMASUL, da Polícia Militar Ambiental e do IBAMA, multas por incêndio no Pantanal, pesca, desmatamento em APP, agrotóxicos e madeira sem documento em Campo Grande, Sidrolândia, Três Lagoas e região. O Farenzena Tonon Advogados atua exclusivamente em Direito Ambiental e Agronegócio, com advogado ambiental na defesa de produtores rurais, empresas e proprietários de imóveis.
Estas são as situações mais comuns entre produtores rurais, pescadores, transportadoras e empresas autuados em Campo Grande e na região. Clique na que se parece com a sua.
Em Mato Grosso do Sul, o IMASUL julga os autos de infração ambiental aplicados pela fiscalização estadual e pela Polícia Militar Ambiental, que sozinha registrou 445 autos de infração ambiental em 2025. O prazo de defesa consta do próprio auto de infração ambiental, e é nele que se discutem a competência do agente, a descrição do fato, a prova do dano e a dosimetria da multa, além de já se pedir a conversão em serviços ambientais.
O Decreto Estadual 15.156, de 11 de fevereiro de 2019, criou o PECOMA, o Programa Estadual de Conversão de Multas Ambientais do IMASUL. A conversão reduz o valor de 35% a 60% e permite pagamento em até 24 parcelas, com aplicação em recuperação de área degradada, restauração de rios, proteção de fauna e flora e educação ambiental. A conversão não substitui a reparação do dano que originou a multa.
O IMASUL e a Polícia Militar Ambiental já aplicaram R$ 53,8 milhões em 94 autos de infração ambiental por incêndio no Pantanal desde 2020. Cada auto de infração ambiental costuma abranger milhares de hectares, o que torna a discussão da área atingida e da origem do fogo o ponto central. A defesa trata da propagação a partir de área vizinha, da existência de aceiro, da brigada e da autorização de queima controlada.
A pesca é o foco principal da Polícia Militar Ambiental de Mato Grosso do Sul. Em 2025 foram 620 barreiras, 488 embarcações fiscalizadas, 31.310 kg de pescado vistoriados e 1.528,6 kg apreendidos. A defesa trata da regularidade do petrecho, da quantidade e da espécie, da condição de pescador amador ou profissional e do pedido de liberação de barco, motor e equipamentos.
O desmatamento em área de preservação permanente no Pantanal gera autuação estadual e federal, e uma única empresa agropecuária foi multada em R$ 105 mil por desmatamento na região. A defesa discute a data da supressão, a delimitação da APP, a existência de autorização, a área de reserva legal declarada no CAR e a possibilidade de converter a multa em recuperação.
Produtos perigosos e agrotóxicos respondem por 18% dos autos de infração ambiental do IBAMA na região de Campo Grande, frequência 4,9 vezes maior que a média nacional, com base no artigo 64 do Decreto 6.514/2008. A defesa trata da regularidade do transporte e do armazenamento, da receita agronômica, do destino das embalagens e da responsabilidade entre embarcador, transportador e destinatário.
Fauna silvestre aparece na região com frequência 1,81 vez maior que a média do estado, e a autuação costuma vir acompanhada de termo circunstanciado da Polícia Militar Ambiental. A defesa trata da guarda do animal, da destinação, da origem comprovada e da resposta na esfera criminal.
Quando a multa não é paga nem discutida no prazo, o valor vai para a dívida ativa e vira execução fiscal, com penhora de conta, bloqueio de bens e inscrição em cadastro de inadimplentes. Depois da inscrição em dívida ativa a conversão da multa fica inviabilizada, e resta discutir a nulidade do auto de infração ambiental, a prescrição e o valor cobrado.
Tenho uma empresa de transportes, e após um acidente com produtos químicos envolvendo um dos caminhões, enfrentamos uma avalanche de processos ambientais. Chegamos até o Escritório do Dr. Cláudio através de pesquisas no Google e ele nos deu todo o suporte jurídico que precisávamos para reduzir ao máximo os prejuízos financeiros, e garantiu a continuidade da operação. Foram fundamentais.
M. R.
Empresário de transportes
Contratei o escritório para fazer toda minha defesa administrativa contra um auto de infração ambiental que foi aplicado contra mim, e no final ele foi arquivado. Atendimento ágil e objetivo. Vale cada centavo.
B. G.
Agricultor
Recebi uma ação pesada por desmatamento. O Farenzena Tonon Advogados foi rápido na minha defesa. A equipe construiu uma estratégia de defesa boa e transparente, com resultado muito acima do esperado.
R. H. S.
Agricultor
Em Mato Grosso do Sul, quem fiscaliza em campo é a Polícia Militar Ambiental, com 445 autos de infração ambiental em 2025, e quem julga e converte a multa é o IMASUL. O IBAMA aparece em temas específicos, como agrotóxicos, madeira e fauna. Cada serviço abaixo corresponde a uma dessas frentes. Como advogado ambiental em Campo Grande, o Farenzena Tonon Advogados atua na defesa administrativa, na conversão da multa pelo PECOMA e na discussão judicial do auto de infração ambiental.
Em Campo Grande e em Mato Grosso do Sul, quem atende o seu caso é um advogado ambiental sócio do escritório, e não um estagiário ou um preposto. O atendimento é on-line, por WhatsApp e videoconferência, com acompanhamento direto do processo no IMASUL, no IBAMA e na Justiça sul-mato-grossense.

OAB/SC 49.222 e OAB/MT 35.260/A
Especialista em Direito Ambiental e do Agronegócio pela Universidade Federal do Paraná, professor de Direito Ambiental e vice-presidente do Instituto de Direito Agroambiental (IDAM). Advoga desde 2017 na defesa de empresas e produtores rurais. Em Campo Grande e em Mato Grosso do Sul, conduz defesas em autos de infração ambiental do IMASUL e do IBAMA e pedidos de conversão de multa.

OAB/SC 51.422 e OAB/SP 437.734
Mestre em Direito pela UFSC, especialista em Direito Ambiental e em Direito Administrativo Sancionador e presidente do Instituto de Direito Agroambiental (IDAM). Atua em Campo Grande e em Mato Grosso do Sul na defesa administrativa e judicial em autos de infração ambiental, multas e embargos, com foco em Pantanal, APP e uso de fogo.
Campo GrandeSidrolândiaTerenosNova Alvorada do SulRibas do Rio PardoRio Verde de Mato GrossoSão Gabriel do OesteCoximAquidauanaMirandaCorumbáBonitoTrês LagoasParanaíbaChapadão do SulDourados+ todas as cidades de Mato Grosso do Sul
O escritório atende clientes de qualquer município de Mato Grosso do Sul, com atendimento on-line por WhatsApp e videoconferência.
Do primeiro contato à estratégia de defesa, em 3 etapas.
Mande pelo WhatsApp uma foto do auto de infração ambiental, da notificação, do termo de embargo ou da citação.
Verificamos o prazo, o órgão que autuou, o risco envolvido e os caminhos de defesa possíveis.
Você recebe a orientação sobre o que fazer e a proposta de honorários para conduzirmos a defesa.
Mande a foto do documento que você recebeu e fale direto com a equipe do escritório.
Saber qual órgão aplicou o auto de infração ambiental define o prazo, a instância de recurso e a estratégia de defesa. Em Mato Grosso do Sul, a maior parte das autuações nasce em campo, com a Polícia Militar Ambiental, e é julgada pelo IMASUL.
Nos últimos 12 meses, o IBAMA aplicou 122 autos de infração ambiental nas 16 cidades da região de Campo Grande, somando R$ 95,6 milhões em multas ambientais. Bonito, Corumbá e Dourados concentram 64% desses autos, e as infrações mais frequentes são agrotóxico ou produto perigoso irregular, desmatamento a corte raso e relatório ambiental fora do prazo. Entre os autos do IBAMA, 29% atingiram empresas e 71% pessoas físicas.
| Município | Autos IBAMA | Multas ambientais | Áreas embargadas | Principal infração |
|---|---|---|---|---|
| Bonito | 37 | R$ 998 mil | 41 (749 ha) | Agrotóxico ou produto perigoso irregular |
| Corumbá | 31 | R$ 86,2 milhões | 130 (51.476 ha) | Maus-tratos a animais |
| Dourados | 10 | R$ 950 mil | 16 (36 ha) | Agrotóxico ou produto perigoso irregular |
| Campo Grande | 9 | R$ 94 mil | 33 (23 ha) | Relatório ambiental fora do prazo |
| Paranaíba | 9 | R$ 70 mil | 14 (6 ha) | Atividade ou obra sem licença ambiental |
| Aquidauana | 5 | R$ 6,7 milhões | 28 (2.905 ha) | Atividade ou obra sem licença ambiental |
| Município | Autos IBAMA | Multas ambientais | Áreas embargadas | Principal infração |
|---|---|---|---|---|
| Miranda | 5 | R$ 208 mil | 17 (221 ha) | Maus-tratos a animais |
| Sidrolândia | 5 | R$ 54 mil | 10 (61 ha) | Veículo fora do padrão ambiental |
| Terenos | 3 | R$ 11 mil | 3 | Motosserra sem licença |
| Rio Verde de Mato Grosso | 2 | R$ 27 mil | 12 (1.483 ha) | Desmatamento a corte raso |
| Chapadão do Sul | 2 | R$ 150 mil | 2 (21 ha) | Não atender notificação |
| Nova Alvorada do Sul | 2 | R$ 30 mil | 4 (4 ha) | Madeira, lenha ou carvão sem DOF |
| Três Lagoas | 1 | R$ 51 mil | 52 (15 ha) | Atividade ou obra sem licença ambiental |
| Ribas do Rio Pardo | 1 | R$ 1.500 | 10 | Informação falsa ou omissa em sistema, CAR ou relatório |
| Coxim | 0 | 0 | 19 (291 ha) | Sem autuação nos últimos 12 meses |
| São Gabriel do Oeste | 0 | 0 | 1 (35 ha) | Sem autuação nos últimos 12 meses |
Autos e multas ambientais dos últimos 12 meses. Áreas embargadas: embargos ativos hoje.
Nos registros do IBAMA, 639 multas ambientais aplicadas na região foram baixadas por prescrição e 1.845 foram canceladas. Nem todo auto de infração ambiental termina em cobrança.
Fonte: Dados Abertos do IBAMA. Último registro em 06/11/2026. Base conferida todo dia. Valores informados no auto de infração ambiental, sem correção monetária, sujeitos a alteração no julgamento. Levantamento do Farenzena Tonon Advogados.
Digite o CPF ou o CNPJ para ver autos de infração ambiental e embargos do IBAMA, do ICMBio e de órgãos estaduais registrados no documento. Consulta gratuita, sem cadastro e sem emissão de certidão.
Fontes: IBAMA, ICMBio e órgãos estaduais · até 30 consultas por hora · Guia completo
O Farenzena Tonon Advogados atua como advogado ambiental em Campo Grande na defesa de produtores rurais, pescadores, transportadoras e empresas autuados por órgãos ambientais. A atuação cobre as esferas administrativa, criminal e cível, com defesa em auto de infração ambiental, pedido de conversão de multa, recurso administrativo, defesa em ação civil pública e execução fiscal de multa ambiental.
Em Mato Grosso do Sul a fiscalização tem uma característica própria: boa parte dos autos de infração ambiental nasce em campo, com a Polícia Militar Ambiental, e não em gabinete. Em 2025 foram 445 autos de infração ambiental, 721 denúncias atendidas, 620 barreiras montadas e 488 embarcações fiscalizadas, com 31.310 kg de pescado vistoriados e 1.528,6 kg apreendidos. Isso muda a defesa, porque o processo costuma começar com termo circunstanciado, apreensão de bem e depoimento colhido no local.
O incêndio no Pantanal é o tema de maior valor. O IMASUL e a Polícia Militar Ambiental já aplicaram R$ 53,8 milhões em 94 autos de infração ambiental por incêndio desde 2020, e cada auto de infração ambiental pode abranger milhares de hectares. Nesses casos, a discussão técnica sobre a área efetivamente atingida, a origem do fogo, a propagação a partir de imóvel vizinho e as medidas de prevenção adotadas define a diferença entre uma multa de dezenas de milhares e outra de milhões de reais.
Mato Grosso do Sul tem, desde 2019, um dos programas de conversão de multa mais antigos do país. O Decreto Estadual 15.156, de 11 de fevereiro de 2019, criou o PECOMA, o Programa Estadual de Conversão de Multas Ambientais do IMASUL, que reduz o valor de 35% a 60% e permite pagamento em até 24 parcelas, com aplicação em recuperação de área degradada, restauração de rios e córregos, proteção de fauna e flora, monitoramento da qualidade ambiental e educação ambiental. A conversão não dispensa a reparação do dano que originou a multa, e é por isso que o pedido precisa ser desenhado junto com a defesa, e não no lugar dela.
No IBAMA o volume regional é menor, com 49 autos de infração ambiental nos últimos 12 meses, mas concentrado em temas de alto risco para empresas: produtos perigosos e agrotóxicos, com frequência 4,9 vezes maior que a média nacional, madeira e carvão sem documento, 2,82 vezes acima da média estadual, fauna silvestre, 1,81 vez acima, e informação falsa ou omissa em sistemas como CAR, Sinaflor e DOF, 1,92 vez acima.
Em todos esses casos, a defesa depende de prova técnica: imagem de satélite com data certa, laudo de campo, matrícula do imóvel, CAR, licença, receita agronômica e documentação de transporte. O atendimento em Campo Grande e em todo o estado de Mato Grosso do Sul é on-line, por WhatsApp e videoconferência, com acompanhamento direto por advogado ambiental sócio do escritório.
O Decreto Estadual 15.156, de 11 de fevereiro de 2019, criou o PECOMA, programa de conversão de multas do IMASUL. A multa é reduzida de 35% a 60% e pode ser paga em até 24 parcelas, com aplicação em projetos como recuperação de área degradada, restauração de rios, proteção de fauna e flora e educação ambiental.
Não. A redução incide sobre o valor da multa, mas a obrigação de reparar o dano que originou a autuação continua. Por isso o pedido de conversão precisa ser apresentado junto com a defesa, para que a discussão do mérito e o desenho do projeto caminhem juntos.
A multa por incêndio é calculada pela área atingida, o que explica valores muito altos: são R$ 53,8 milhões em 94 autos de infração ambiental aplicados desde 2020 pelo IMASUL e pela Polícia Militar Ambiental. A defesa discute a delimitação da área, a origem do fogo, a propagação a partir de imóvel vizinho e as medidas de prevenção adotadas, como aceiros e brigada.
Sim, é possível pedir a liberação de barco, motor e equipamentos apreendidos, em regra por depositário fiel, enquanto o processo tramita. A defesa trata da regularidade do petrecho, da quantidade e da espécie, da condição de pescador amador ou profissional e do auto de infração ambiental que embasou a apreensão.
Varia com a área e o enquadramento. Um caso de desmatamento em área de preservação permanente no Pantanal gerou multa de R$ 12,1 mil, e outro, contra empresa agropecuária, chegou a R$ 105 mil. A defesa discute a delimitação da APP, a data da supressão, a autorização e a área declarada no CAR.
Esse tema aparece na região de Campo Grande com frequência 4,9 vezes maior que a média nacional, pelo artigo 64 do Decreto 6.514/2008. A defesa trata da regularidade do transporte e do armazenamento, da receita agronômica, do destino das embalagens e da divisão de responsabilidade entre embarcador, transportador e destinatário.
Não. O auto de infração ambiental é administrativo e discute multa, embargo e apreensão. O termo circunstanciado abre a esfera criminal. A mesma fiscalização da Polícia Militar Ambiental costuma gerar os dois, e a defesa precisa ser coordenada, porque o que se afirma em um processo repercute no outro.
Sim. Esse tema aparece na região de Campo Grande com frequência 1,92 vez maior que a média estadual, pelo artigo 82 do Decreto 6.514/2008. A defesa discute quem prestou a informação, a diferença entre erro material e declaração falsa, a ausência de dolo e a possibilidade de retificar o cadastro.
Sim. Sem defesa ou sem pagamento, o valor é inscrito em dívida ativa e cobrado por execução fiscal, com penhora de conta e bloqueio de bens. Depois da inscrição a conversão pelo PECOMA fica inviabilizada, e resta discutir a nulidade do auto de infração ambiental, a prescrição e o valor cobrado.
Sim. O atendimento é on-line, por WhatsApp e videoconferência, e alcança Campo Grande, Sidrolândia, Terenos, Três Lagoas, Corumbá, Aquidauana, Miranda, Coxim, Dourados, Bonito e qualquer outro município de Mato Grosso do Sul. Processos administrativos e judiciais são acompanhados eletronicamente, com atuação de advogado ambiental sócio do escritório.
Quem recebeu auto de infração ambiental em Campo Grande encontra nestas páginas a norma aplicada, os prazos e as teses de defesa que eu uso contra cada órgão.